A (minha) falta de informação na amamentação – #EmbaixadoraLansinoh <3

MariAmamentando-03
 
Recentemente me tornei Embaixadora de uma marca que admiro com toda força: a Lansinoh. Conheci a marca melhor quando minha cunhada teve o primeiro filho, em 2009, mas me tornei uma fã incondicional quando ela me trouxe conforto e alívio durante os meses que amamentei a Laura. O próprio hospital onde eu tive a pequena me deu uma bisnaguinha de Lansinoh para que eu pudesse recorrer àquela maravilha, caso não tivesse comprado (no post “Saindo de Casa”, essa bisnaguinha já aparece nas coisas essenciais que eu levava na bolsa da Laura).
 
Quando pensei em escrever esse texto sobre amamentação, revisitei os posts que escrevi sobre minha experiência amamentando. Percebi que não há muito o que escrever agora que não seja repetitivo. Nos posts “A Amamentação”  e “Mais Sobre a Amamentação” conto como foi esse período, meus sentimentos de culpa, minhas frustrações, o sentimento maravilhoso que eu tinha em amamentar e a aceitação quando não havia mais o que fazer (post “Era Doce e Se Acabou”).
 
Mas será que não havia mesmo?  
 
Hoje vejo que me faltou informação. Li tanto sobre a maternidade na gestação, sobre tantos temas, mas acredito que poderia ter me preparado mais para a amamentação, no sentido de ter “plano b”, “plano c” e etc… Estimulei meu peito com bomba, mas acho que demorei para isso. Soube da Traslactação/relactação, mas no meio de tanto cansaço e hormônios, não soube nem por onde começar a procurar. Mesmo com a bomba de seio, jamais fui atrás para saber se havia uma pressão ideal de cada mulher, uma velocidade da máquina que favorecesse a MINHA produção de leite.
E, olhando para trás, eu realmente não me via – pós parto – lutando com horários, sono, dúvidas MIL, curtindo meu bebê, equilibrando aquela hormonaiada toda (hahaha) correndo atrás de mais informação. Isso sem contar o “medo de incomodar as amigas, a pediatra” mais do que já me sentia fazendo.
 
Me lembro que na maternidade cada hora uma enfermeira – na melhor das intenções (principalmente porque viam que a Laura não estava sendo alimentada o suficiente apenas com o meu peito) – dava uma dica de pega diferente. Eu ficava lá fazendo acrobacias com meus dedos, com a posição do braço, colocando a Laura em diferentes posições e etc… Até me dar conta que a pega é realmente pessoal e intransferível: a gente se acha nela. Achei o meu jeito e outras possibilidades bacanas.
  
No fundo acho que acreditei na questão da minha redução de mama e não busquei outras alternativas em tempo da Laura desmamar (por vontade própria). Pretendo fazer diferente na próxima gestação. Pretendo conhecer alternativas diferentes ANTES do cansaço pós-parto. Dizem que no 2º filho o tempo age diferente e a gente dá conta do que não achava dar na 1ª experiência. Veremos.
 
Minha querida amiga blogueira Barbara Saleh (do Blog Uma Mãe das Arábias) me ensinou muito através de seus posts e também dividindo comigo sua experiência amamentando seus dois filhos. Ela não desistiu, ela foi atrás de alternativas, ela venceu. Minha amiga Ju Mattoni fez um longo processo de traslactação/relactação. Recebi muitas dicas, até sobre grupos de amamentação e coloquei todas em um post  (onde falo, inclusive, do processo da Ju Mattoni). Todas essas experiências compartilhadas por essas pessoas serviram para me incentivar e inspirar para uma próxima gestação. Só entendi depois que havia o que buscar, que existiam alternativas. Mas claro que isso não é lei: falo dos MEUS anseios e sou ABSOLUTAMENTE contra qualquer ditadura que seja, principalmente a que coloque a culpa acima de qualquer outro sentimento bom. Respeitar seus limites e possibilidades é o melhor que você pode fazer por você e seu bebê.
 
O que eu sei é que, como Embaixadora de uma marca à qual tanto recorri (fosse com a pomada ou com o gel pad), posso aprender e dividir informações que me faltaram quando eu precisei. E é isso que me deixa mais feliz nessa parceria tão honrosa para mim: LEVAR INFORMAÇÃO E CONTEÚDO. Ajudar. Mostrar para o que, exatamente, serve cada produto feito para deixar a amamentação mais e mais prazerosa e eficiente.
 
E a melhor parte? Agora não é preciso mais pedir para alguém trazer de fora ou comprar quilos de produtos Lansinoh nos EUA (eu mesma coloquei no post sobre meu enxoval em Miami porque eles começaram a ser vendidos no Brasil no ano passado. Então, tudo que eu passar aqui sobre os produtos, será mais acessível fisicamente.
 
Honrada. Feliz. Obrigada, Lansinoh.
 
#ApoioLansinoh  #LansinohMoms
 
(Imagem que ilustra o post: Janeiro/2012. Laura tina menos de um mês <3)

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  • Barbara Saleh

    Muito, muito, muito leitinho pra vcs na próxima gestação e se precisar, pode sempre contar comigo! Muahhhh Sualinda

  • lindo Mari, eu acho que foi assim comigo!!! a gente pensa que amamentar é só por o peito pra fora e tá tudo certo, mas não chega nem perto, existe uma troca, além de alimentar, você troca amor com seu filhote!!!