A criança nasce autodidata ou pode ser tornar uma? #Educação

O autodidata

(Imagem: AdobeStock)

Eu sempre achei que a pessoa nascia autodidata. Lembro de ouvir histórias de pessoas que aprenderam a tocar instrumentos sozinhos, que aprenderam línguas sozinhos e ficava passada com isso, como se fosse algo relacionado à QI ou com ser superdotado.

Recentemente aprendi que não. Aprendi que O autodidatismo não é considerado um “dom nato”, ou seja, uma característica que nasce com o indivíduo. Todo mundo pode ser autodidata e que existem algumas pessoas que consideram o autodidatismo um método mais “fácil” de aprender, encarando o ensino com um professor como algo insatisfatório.

Mas, o que é ser Autodidata?

Autodidata é um adjetivo e substantivo de dois gêneros, utilizado para designar uma pessoa que tem a capacidade de aprender algo por conta própria, sem o auxílio de um professor ou mentor. Alguém que aprende alguma coisa sozinho. Exemplo: “ela é autodidata em inglês”.

As pessoas autodidatas são conhecidas pela sua força de vontade e persistência em aprender algo, seja um assunto, um instrumento musical, um idioma, entre outras coisas. (fonte: https://www.significados.com.br/autodidata/)

E a questão de ser autodidata de forma nenhuma ANULA o aprendizado na escola, com professores e orientadores, mas ajuda a criança a querer sempre aprender e ter seu método próprio para isso.

Aprendendo sozinho: o que dizem pesquisadores?

Sugata Mitra, agora professor da Universidade de Newcastle, conduziu uma série de experimentos ao redor do mundo sobre o que podemos aprender sem supervisão de educadores. A ideia era bem simples: ele montou um computador em uma caixa fixada a uma parede, de modo que apenas o monitor, o teclado e um touchpad ficasse disponível, com internet e o navegador aberto no buscador. Instalou o equipamento nas ruas de Nova Delhi (Índia), próximo a uma favela, em frente ao escritório onde trabalhava.

Em menos de 8 horas, encontraram um garoto ensinando a uma criança mais nova como navegar. Ninguém tinha ensinado a eles e nem mesmo falavam inglês.

Situações similares ocorreram em outras pequenas vilas. Sempre o mesmo perfil: crianças pobres, que não sabiam falar inglês e sem ajuda de professores, aprenderam a usar o computador e mais tarde já estavam utilizando vocabulários da língua inglesa entre si. (Fonte: https://papodehomem.com.br/autodidatismo-nao-e-coisa-de-genio/ )

E se seu filho pudesse aprender a ser autodidata?

Uma amiga minha recentemente me disse que colocou o filho, ainda em fase pré-escolar, no Kumon. Ao perguntar porque ela decidiu isso e se o filho estava com dificuldade na escola, descobri que a idéia que eu tinha do Kumon estava equivocada.

A proposta do método Kumon não é ‘reforço escolar’, mas desenvolver no aluno a autoconfiança, o interesse em estudar e aprender por si até que consiga chegar ao seu desempenho máximo. Assim, em cada estudo realizado, ele poderá sentir a satisfação e dizer para si mesmo: “Eu consegui!”, experimentando a alegria de aprender e de expandir, cada vez mais, sua própria capacidade.

Por meio de uma orientação individualizada e um material didático autoinstrutivo, o Kumon visa criar e estimular concentração, segurança, hábito de estudo e habilidades básicas de ensino como cálculo, leitura e interpretação, formando assim autodidatas.

O Kumon

Criado no Japão em 1958, pelo professor Toru Kumon (professor de matemática e pai, preocupado com o processo de aprendizagem do filho), o método utiliza os chamados exercícios-guia para que o aluno realize as atividades com o mínimo de intervenção do orientador. Somente após absorver totalmente a informação, avançam para os níveis subsequentes.

“O aprendizado segue na simplicidade do papel e lápis. O que se escreve de próprio punho não se esquece, e é isso que faz com que o Kumon esteja em tantos países”, diz Masami Furuta, presidente da empresa no Brasil. O método está presente em 50 países e reúne 4,35 milhões de estudantes.

No Brasil são aproximadamente 1500 unidades em 550 cidades, somando mais de 160 mil alunos, dos 180 mil na América do Sul. O objetivo do método é gerar aprendizado sem lacunas, em que os alunos estudem por si só, porém com o suporte necessário, que é realizado pelos orientadores das unidades.

Kumon oferece as disciplinas de matemática, português (para brasileiros), inglês e japonês e seu método não se prende à idade ou série escolar. No Kumon, cada aluno estuda no ponto mais adequado à sua capacidade, podendo avançar além dos conteúdos da sua série escolar.

A proposta do método é justamente desenvolver a capacidade de cada um ao limite máximo, mas de forma tranquila e suave, de forma que o aluno conheça o prazer de aprender, a segurança de realizar e a alegria de conseguir bons resultados com seu empenho.

Matrícula Grátis até 20 de Junho em todo Brasil!!

Entrei no site para entender tudo isso, já que estava totalmente equivocada hahaha. Daí vi que até 20 de junho a matrícula é gratuita. Mesmo a Laura fazendo inglês na escola, estou pensando em matricular ela por conta dessa questão do método, do autodidatismo.

Mais informações pelo site: https://kumon.com.br/

Bjokas!

P.S. Esse texto é um publieditorial, baseado em fatos verdadeiros, vividos por mim. Tenho total admiração pelo Kumon e não é de hoje. Foi apenas o casamento da fome com a vontade de comer” hahahah

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