Protegendo minhas meninas contra o Aedes Aegypti

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O surto e o pânico por conta do Zika Vírus surgiram quando eu já estava quase no 3º trimestre de gestação. Eram tantos os boatos e informações desencontradas, que foquei em me proteger e proteger a Laura das picadas e não ficar lendo tudo que aparecia.

Até hoje não se sabe ao certo o que é mesmo ligado ao Zika Vírus, mas, segundo o Ministério da Saúde a Zika é uma doença viral aguda, transmitida principalmente por mosquitos, tais como Aedes aegypti, caracterizada por exantema maculopapular pruriginoso, febre intermitente, hiperemia conjuntival não purulenta e sem prurido, artralgia, mialgia e dor de cabeça. Apresenta evolução benigna e os sintomas geralmente desaparecem espontaneamente após 3-7 dias. (fonte: http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/secretarias/svs/zika ). Ou seja, independente da veracidade de outras coisas que podem estar associada ao Zika Vírus, ninguém quer que seu filho seja picado e passe pelos sintomas acima. Seu filho ou você mesma, né?

(Imagem:  © CDC/PHIL/CORBIS)

(Imagem: © CDC/PHIL/CORBIS)

Um problema que está se espalhando com velocidade maior do que o zika pelo mundo é a desinformação. Boatos disseminados via redes sociais e aplicativos de mensagem atrapalham os esforços de combate ao vírus, e autoridades de saúde se esforçam para debelá-los. Muitas histórias já foram desmentidas, mas alguns boatos se relacionam a perguntas para as quais ainda não há resposta. Para complicar a situação, mesmo fontes de informação suspeitas às vezes espalham informação correta, o que torna mais difícil para os leigos saber em quem confiar.

Um dos boatos que gerou pânico na escola da minha filha foi de que o Zika causa danos neurológicos em crianças de até 7 anos e em idosos. Eu já havia perguntado para a pediatra da minha filha e ela já tinha me explicado que a microcefalia impede o cérebro de crescer, mas não “encolhe” ele, por exemplo. MITO.

A microcefalia é um problema de desenvolvimento neurológico que ocorre em fetos e é diagnosticado em recém-nascidos. Não há evidência de que possa ocorrer em crianças de sete anos ou idosos. Essas duas faixas etárias, porém, requerem mais atenção para os sintomas de febre do zika, da mesma forma que muitas outras doenças infecciosas que por vezes são assintomáticas em adultos. Um possível problema neurológico pode ocorrer por síndrome de Guillain-Barré, que não é específica de crianças e idosos e ocorre também em adultos. (Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/02/rumores-sobre-o-zika-quais-sao-verdade-e-quais-sao-mito.html )

Mas é o que eu falo: o Aedes Aegypti não traz apenas o Zika, mas também as Dengues (a clássica – tipos 1, 2, 3 e 4 – e a hemorrágica) e febre chikungunya e NINGUÉM quer que o filho passe pelo que essas doenças trazem (febre,erupções na pele, que podem ser brancas ou vermelhas, além de uma vermelhidão nos olhos parecida com a conjuntivite, mas sem o pus e a coceira característicos, dores nas articulações – geralmente mais intensas que na dengue). Há relatos de menor frequência na literatura médica de inchaço, dor na garganta, tosse e até hematospermia. Os sintomas duram até sete dias. Para saber mais, clique aqui).

Passando, repassando,mas sem exageros. respeitando o tempo indicado pelo produto, seu filho estará protegido contra os mosquitos.

Passando, repassando,mas sem exageros. respeitando o tempo indicado pelo produto, seu filho estará protegido contra os mosquitos.

Por isso, além de checar a casa toda 2 vezes ao dia para ver se não há acúmulo de água em vasos e etc, passamos a passar loção anti mosquito várias vezes ao dia. Só que nem todos os repelentes são apropriados para uso em bebês e crianças. O que usamos na Laura (e que eu usei grávida, inclusive, por indicação do meu médico) é a loção antimosquito JOHNSON’S® baby, que contém o ativo IR3535. Ela é segura e pode ser utilizada em bebês a partir dos 6 meses (e é assim que vou proteger a Julia daqui 5 meses – por enquanto é tela anti mosquito na casa toda, no carrinho, no berço…). Dermatologicamente testada, JOHNSON’S® baby Loção Antimosquito possui fórmula atóxica, hipoalergênica e tem uma fórmula suave sem álcool que protege sem ressecar a pele do bebê. Repele mosquitos, pernilongos, borrachudos e outros insetos por 4 horas (por isso a importância de passar várias vezes ao dia). Ah! E tem um cheirinho delicioso!

Laura leva na mochila da escola e na agenda vai a recomendação que a professora passe novamente nela o repelente em um certo horário. (veja mais informações sobre o uso de repelentes aqui).

Bilhetinho na agenda, pedindo para passar de novo no horário que deve ser passado e repelente na mochila.

Bilhetinho na agenda, pedindo para passar de novo no horário que deve ser passado e repelente na mochila.

Como a Laura já é “mocinha”, passar repelente nela é tranquilo pois ela já entende a importância, sabe como é chato ficar com picada coçando e etc. Mas e quando é bebê? Geralmente eles não têm muita paciência, podem se irritar e não param muito quietos. Porém há formas de distrair o bebê para deixá-lo calmo e tranquilo. Uma boa dica é passar na Hora da Massagem pois, ao mesmo tempo que passa a Loção Antimosquito no bebê, a massagem o relaxa e deixa tranquilo para brincar durante o dia. Aqui nesse link você encontra um Guia de Massagem para bebês maiores de 6 meses que te ajudará <3

Alguns cuidados importantes: JOHNSON’S® baby Loção Antimosquito deve ser aplicado por um adulto ou sob sua supervisão. Não usar na pele irritada ou lesionada. Evite contato com os olhos, boca (não pode ingerir ) e narinas. Depois do uso, lavas as mãos com água e sabão. Em caso de contato com os olhos, lavar imediatamente com água corrente em abundância.

Pra que sustos e viver em pânico, né, amorecos? Se podemos prevenir e cuidar da nossa casa e da nossa família, vamos focar nisso para termos paz – e saúde. Que nossos filhos brinquem felizes – e em segurança – sempre <3

Protegida e cheirosinha <3

Protegida e cheirosinha <3

#Publieditorial #EmbaixadoraJohnsonsBaby #BaseadoNaMinhaExperiência

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